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UMA POR DIA… Morre a madrinha do samba

Morreu (01/05), no Rio de janeiro, aos 72 anos, a cantora Beth Carvalho.

A notícia emudeceu os sambistas brasileiros.

Em nota, a assessoria da artista destacou:

“Beth deixa um legado inestimável para a música popular brasileira e sempre será lembrada por sua luta pela cultura e pelo povo brasileiro”.

É verdade.

A “madrinha do samba” surgiu na Bossa nova, em 1965, quando gravou: “Por quem morreu de amor”, de Menescal e Bôscoli.

Mas, já a partir do ano seguinte conheceu o samba e dele não se apartou mais.

Emplacou vários sucessos, ano após ano, tais como: Saco de Feijão, Olho por Olho, Coisinha do Pai, Firme e Forte e Vou Festejar.

A sambista Beth Carvalho completaria 73 anos, no próximo domingo (5), quando tinha programado uma grande festa para comemorar a data.

Sem dúvidas, Beth Carvalho foi uma das maiores referências do samba raiz.

Paulinho da Viola lamentou a perda da amiga:

“Perdemos uma pessoa muito importante para o nosso samba. Beth Carvalho terá seu lugar entre aqueles que contribuíram para a construção do patrimônio musical brasileiro”.

Morreu o Samba; a Bossa Nova; a torcida do Botafogo; a Mangueira; morreu o Rio; uma parte do Brasil; morreu o Morro; morreu Beth; morremos nós…

Termino com um trecho de uma música emprestada da Marrom:

(…) “Quando eu não puder
Pisar mais na avenida
Quando as minhas pernas
Não puderem aguentar
Levar meu corpo
Junto com meu samba
O meu anel de bamba
Entrego a quem mereça usar”. (…)

Por: Misael Nóbrega de Sousa

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