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FILARMÔNICA MUNICIPAL 26 DE JULHO 88 ANOS TOCANDO A VIDA

Na segunda metade da década de 20, chegou a Patos, proveniente de Campina Grande, o professor e músico Anézio Ferreira Leão. Aqui chegando fundou o Instituto São José que ficava localizado na casa de esquina da Rua Peregrino Filho, onde funcionou a Casa de Saúde de Dr. Estácio de Sá (genitor de Nelson Piquet, inolvidável campeão da Formula I).

Juntamente com o Instituto, precursor do admissão na cidade, Anézio também criou a sua banda, que logo ficou sendo conhecida pela população local pelo nome de Banda do Instituto São José. O Contra-mestre dessa banda era Luiz Beijamin e dela participaram, entre outros músicos: Peri, Zizi, Hermes Brandão, Mané Cauinha, Cícero Lopes, José Aragão, Simão Pereira, Tinin e Noé Trajano. Como o custo financeiro deste empreendimento era muito alto para o Instituto continuar bancando e, sendo procurado pelo Prefeito Adelgício Olinto de Mello e Silva após a morte de João Pessoa, na Confeitaria Glória, no Recife, em 26 de julho de 1930, que dizia querer homenagear o ilustre paraibano assassinado, Anézio concordou em mudar o nome da Banda do Instituto para Filarmônica Municipal 26 de Julho, continuar como maestro e a edilidade patoense, a partir daquele momento, assumir em definitivo as despesas com o fardamento e com a aquisição de instrumentos.

Componentes da Filarmônica Municipal 26 de Julho, logo após a sua criação (1931), comandada pelo Maestro Adauto Camilo.

Por: Romildo de Sousa

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