CTNBio aprova novas variedades de algodão, milho, leveduras e vacina aviária

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança realizou, nesta quinta-feira (8), em Brasília, a 217ª reunião ordinária aprovando um número expressivo de licenças comerciais. 

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) liberou nesta quinta-feira (8), em Brasília, a licença comercial de dois microrganismos, uma vacina aviária e três vegetais. Três variedades de algodão, uma de milho e duas de leveduras foram aprovadas, além de uma vacina aviária. A CTNBio reúne autoridades do governo federal para avaliar a biossegurança desses produtos em termos ambientais e também para saúde humana. 

Foram aprovados o algodão geneticamente modificado resistente a insetos e tolerante a herbicidas e o algodão tolerante a herbicidas da empresa Monsanto. Além destes, também foi aprovado o algodão geneticamente modificado  resistente a insetos e tolerante a herbicidas da empresa Bayer. 

Uma variedade de milho da empresa Monsanto também foi liberada pela CTNBio. O vegetal é tolerante aos herbicidas dicamba (proteína DMO) e glufosinato (proteína PAT) e foi aprovado “para efeito de sua liberação no meio ambiente, seu uso comercial e quaisquer outras atividades relacionadas a esse OGM e quaisquer progênies dele derivadas.”

A CTNBio também autorizou comercialização de vacina aviária contra a Doença de Marek, causada por um vírus afetando diversos órgãos do organismo das aves.

A Comissão liberou ainda dois microrganismos para a comercialização: a levedura Saccharomyces cerevisia geneticamente modificada, liberada para a produção de farneceno, e o microrganismo Saccharomyces cerevisiae. 

Política de biossegurança 

A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar ligada ao MCTIC. Sua finalidade é prestar apoio técnico-consultivo e assessoramento ao governo federal para formular, atualizar e implementar a Política Nacional de Biossegurança, em relação a organismos geneticamente modificados.  

“Na reunião desta quinta-feira obtivemos um número expressivo de deliberações em um dos encontros mais produtivos da nossa trajetória recente”, avaliou a coordenadora da CTNBio, Tassiana Fronza.

Além de votar a liberação de produtos, membros da Comissão também assistiram a duas explanações sobre agrotóxicos de especialistas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e do Ibama, e aprovaram o calendário de reuniões para o ano que vem.

São funções da CTNBio estabelecimento de normas técnicas de segurança e pareceres técnicos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente, para atividades que envolvam a construção, experimentação, cultivo, manipulação, transporte, comercialização, consumo, armazenamento, liberação e descarte de OGM e derivados.

FONTE:  ASCOM

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