A Família Camboim, comemora os 100 anos de sua matriarca.

Luíza Alves Camboim de Sá, mais conhecida por Dona “Nuza”, no último dia 30 de Outubro de 2018 comemorou seu centésimo aniversário.

Nascida no Sítio Alecrim, Município de Mãe D’água PB, Município esse fundado pelo seu Tio Avô Leonardo Camboim. Berço dos primeiros habitantes, comprovado pelas suas Figuras Rupestre, Mãe D’água também é berço de uma família que se tornou grande.

Figuras Rupestre, encontradas onde Dona Nuza nasceu. Valor histórico.
Sitio Alecrim

Ainda criança Dona “Nuza” foi morar no Sítio Caldeirão em Santa Terezinha, município vizinho, junto com seus pais, Luiz de França Camboim e  Raimunda Mamede Bomfim; lá conheceu seu único e verdadeiro amor José Nunes de Sá, seu Zezé.

Casaram-se e tiveram quinze filhos, cinco deles estão em memória, e ela junto com seu esposo apesar das adversidades da vida rural criaram seus filhos com toda a dignidade, e hoje cada um deles são um exemplo a ser seguido.

Dona Nuza Camboim que é apreciadora da poesia popular, até hoje recita poesias compostas pelo poeta Odilon Nunes de Sá, seu cunhado.

Amante do artesanato, fez do crochê seu ofício e sua marca registrada e ainda relembra as peças que fazia; colchas de cama, varandas de redes e tantas outras peças que hoje estão espalhadas no Brasil inteiro.  

Seus filhos, netos e uma pequena parte dos mais de cento e setenta sobrinhos, comemoraram seu aniversario na casa dela na cidade de Patos fazendo uma justa e merecida homenagem.

A imagem pode conter: 11 pessoas, incluindo Lindalva de Sa e Ozana Camboim, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e pessoas em pé
Dona Nuza e seus filhos

Desfrutando de boa lucidez
Com cem anos de vida já vividos
Ao seu lado seus filhos reunidos
Contemplando a sua sensatez
Tem vivido no deleite das ‘mercez’
Advindas do trono do Senhor
Até aqui Deus do céu abençoou
Cada vez; mais bela e mais bonita
Sua história de vida foi escrita
Com carinho, muita paz e muito amor.

Isaías Camboim de Sá

Alguns de seus netos e bisnetos

Hoje Dona “Nuza”, com seu século de história se torna a representante mais velha de sua família e por tanto a matriarca de todos que carregam o sobrenome Camboim.

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